O cofundador do Team Heretics, Jorge “Goorgo” Orejudo, nos contouó sobre a situação atual do clube, o futuro do o competitivo Call of Duty, uma resenha da brilhante temporada de Miami Heretics e o papel de FECOD na cena española em um exclusivo entrevista.
Após a recente revelaçãoón do próximo Call of Duty: Black Ops 7, ‘Goorgo’ está confiante. Porém, conclui que é necessário retornar às NEWS_PH_30__mecânicas técnicas que tornam o cenário competitivo muito mais atrativo, tátáticas e análisesíética:
“Úultimamente o COD está ficandoá chato porque existem apenas duas armas. Já basta, não pode ser apenas curto e longo. Dar G/A aos atiradores parece uma vergonha para mimüenza. Sinto falta de uma arma ráfagas, uma longa semiautomáticaática…”.
Jorge Orejudo dá especial ênfaseé à dificuldade de regressar ao cenário competitivo após a impossibilidade de o fazer até 2023 em MWIII. Como já é sabido, isso foi tentadoó durante quatro anosños até se tornar realidade com a cooperaçãoón dos Misfits:
“Ficamos de fora quando começouáíamos competir de tú a tú. Eu estava mais animado para voltar pelos fãs e pelo MethodZ do que pelo clube. Não ganhamos dinheiro com COD, fazemos porque queremos e precisamos estar em Call of Duty. É uma coisa sentimental”.
Tanto o COD Champs quanto o EWC foram os pontos mais altos do año e, apesar do ótimo nível que o Miami Heretics teve em ambos os torneios, o geral sentimentoón dos fãs ficaram tristes pela oportunidade perdida que lhes foi dadaó e que, devido aos pequenosñdetalhes, não terminouócomo esperado desejado:
“No início do anoño tivemos uma conversaón com as crianças e dissemos a eles que este anoño Eles deveriamían take um passo à frente, precisávamosáter bons resultados. A copa do mundo nãopoderíamosíter vencido, e no EWC, por um segundo no Hardpoint, não vencemos o OpTic 3-0”.
A ‘Goorgo’ não perdeuó seu pequeninoñmencionouóno já aposentado Alejandro “Lucky” López, seu substitutoón no meio da temporada por Diego “SupeR” Escudero e o excelente trabalho ele contribuiu para o clube desde a sua criação em 2016:
“Já existe há muitos anosños. Ele é o melhor jogador da história da Espanhaña. Que agora de repente você tem o Renkor, novato do ano, que teve um pico maior que o Lucky, e o SupeR… Lucky é um grande jogador, mas você olha para o SupeR e diz: esse tío você tem que sair e reproduzir”.
É difícil para o Miami Heretics repetir um anoño como este, já que o nível tem sido muito altoíe o elenco que terminouó a temporada não foi mantido. Porém, Jorge Orejudo está otimista e antecipa os próximos movimentos que a franquia fará para a próxima temporada: NEWS_PH_164__
“Nosso objetivo era manter o bloco de quatro. Não foi possível com ReeaL, poisí restam três. Dois deles têm contratos e estamos trabalhando em renovações. Com o MettalZ estamos trabalhando para mantê-lo porque ele é um tipo de jogador fundamental. Agora precisamos trazer um jogador, mas não há muito progresso aún. Gostaríamos queícontinuassemos falando espanholñol porque faz sentido para nós, aún. Se fizermos o que queremos, podemos aspirar a ter o mesmo nível do ano passado e dar o próximo passo, que é ter o nível no final da temporada ao longo do ano.
Com a apariçãoón de KOI em nome da franquia Toronto Ultra, Espanhañirá estejaá maisás presente do que nunca no CDL, e conhecendo a formação dos agora hispano-canadenses, constantemente presentes nesse TOP 3, o apoio do KOI seráá a centelha que iniciará um novo derby dentro do liga:
“Eu achoisso vai fazer a cena espanhola crescerñola muito. A marca KOI é seguida por muitas pessoas e ter Ibai co-streaming de uma partida COD seria incrível. Agora que KOI tem ReeaL ajudaá atrair novas pessoas. No final, o que queremos é que o COD cresça e que novas pessoas sejam positivas para todos”.
Para úpor último, não faltouóuma mençãoón à FECOD e à sua visão positiva desta nova etapa do Call of Duty em Espanhaña e ao potencial que tem para ajudar a competitividade nacional:
“Tudo o que é gerado é súpor positivo. Acho que Call of Duty tem algo que move muita paixãoón. É uma coisa muito legal que outros jogos não têm. Que a FECOD exista em Espanha, que vocês estejam a fazer coisas, iniciativas, vai ajudar. Que haveria um Major todos os anos em Madrid organizado por nós, para podermos colocar uma equipe em Challengers, para ter o lugar inteiro… Para ter, do nosso áângulo, mais poder, para gerar mais torneios ou ligas nacionais e que as crianças com 15 años vejam como uma opção viável para ser um Call of Duty jogador”.